A publicação dedicou sua seção “Women” ao programa da Junior Achievement Américas, com as opiniões de Noël Zemborain e Randall Pacheco Vásquez sobre talento feminino, segurança cibernética e inteligência artificial.
16 de julho de 2026
A Forbes Centroamérica publicou, neste dia 16 de julho, a matéria “Investir nas mulheres: a aposta das empresas na competitividade tecnológica”, uma reportagem que analisa como a formação talentos femininos se tornou uma resposta estratégica à escassez de profissionais da área digital na região e que apresenta a Mulher Digital um dos modelos que está gerando resultados concretos.
O ponto de partida da reportagem é contundente: 63% dos empregadores da América Central identificam a falta de talentos digitais como um obstáculo ao seu crescimento. Nesse contexto, a mídia destaca o trabalho do Mulher Digital, o programa promovido pela Junior Achievement Américas em colaboração com o BID Lab e com a Kyndryl como principal investidor e atual aliado estratégico, voltado para preparar jovens mulheres para ingressarem no setor tecnológico.
Resultados que vão além das participantes
Em entrevista à Forbes Centroamérica, Randall Pacheco Vásquez, diretor da Junior Achievement Costa Rica, apresentou os principais resultados do programa, além de insights importantes extraídos de seu mais recente estudo de impacto intitulado “Mulheres na tecnologia: Conclusõesdos programas de empregabilidade da Junior Achievement na América Latina”: mais de 5.200 mulheres formadas na região, um aumento na renda superior a 33%, um crescimento de 19 pontos percentuais no emprego formal e 62% das formadas empregadas em funções na área de tecnologia.
A reportagem destaca que o impacto da capacitação de mulheres para a empregabilidade na área de tecnologia é duplo: maior produtividade para as empresas e maior estabilidade para as famílias, especialmente no caso das chefes de família, que representam 26% das participantes do programa.
Conclusão da reportagem
A conclusão da reportagem coincide com as evidências que sustentam o programa: reduzir a desigualdade de gênero na área de tecnologia não é apenas um imperativo de equidade, mas uma estratégia de competitividade regional. Como Zemborain destacou à Forbes Centroamérica, quando as mulheres têm acesso à formação ao emprego na área de tecnologia, o impacto vai além das participantes: a economia se fortalece e comunidades inteiras são transformadas.
Leia a matéria completa na Forbes Centroamérica: Investir nas mulheres: a aposta das empresas na competitividade tecnológica